Não existe razão para ter criado um blog com tão boa vontade e essa vontade ter durado apenas os primeiros 10 minutos após sua criação.

Mas a verdade é que a gente uma hora cai na real. Não importa o sentimento, o que importa, de fato, é sentir. Traduzir o coração, a cabeça e o que sai dela em palavras, e não deixá-las somente na boca, implorando pra sair.

Mesmo loucas, sem setido ou com qualquer força vetorial quase que inexplicável as minhas palavras estão vivas, ou pelo menos “semi- vivas” mostrando quem eu sou, o que eu vivi e muitas vezes “não menos importante”, o que eu não vivi também.

Escrever é desnudar a alma (por mais piegas que essa frase possa parecer), com todos os seus defeitos e particularidades.

Alguns dizem que a vida é pra ser vivida, mas eu acredito que a vida é pra ser traduzida, afinal, tudo o que somos e fazemos é baseado em uma explicação que criamos para nós mesmos de tudo o que nem explicação tem.

Sejam textos lindos de escritores que a gente ama, poesias incompreensíveis, letras de musica que nos provocam todo tipo de sensações, ou mesmo e “por favor” nossas futilidades emocionais.

Porque a graça está em ser simples, e algo me diz que deixar a aflorar o lado Maria do Bairro que morar em nós é tendência. Afinal, não existe vergonha alguma em sermos o que somos por dentro… e que mude de canal quem não tem, mesmo que escondido, o sangue latino…

a alma cativa.

Uma resposta para “”

  1. Ah, somos mesmo todas Latinas
    umas so funcionam com mojitos outras… tequila meo bem!

    ahahahaha
    foda eu prefiro brincar do que expressar verbalmente

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